Publicado em Querido diário

Checklist – Junho de 2015

Metas estabelecidas em 28.05: – fazer uma atividade memorável pro Licom (aula com dinâmica teatral/festa típica) – apresentar o trabalho com a Tati na Saletras – levar a Cal lá pra casa –  registrar 30 letras de músicas autorais Como em maio cumpri 4 de 5 metas, reduzi as metas desse mês a 4 (na verdade, 3 + 1 não cumprida do mês anterior). Vamos ver se essa matemática funciona.

(…)

Rio de Janeiro, primeiro de julho de 2015 Matemática nunca foi meu forte, né? Bom, não cumpri 3 das metas acima. Na verdade, só apresentei o trabalho com a Tati e fiquei feliz por ter apresentado, embora saiba que não dei o melhor de mim. Esse período na Uerj tem parecido um caminhão em cima de mim. Mas tudo bem: na hora de escrever o artigo, escrevo com calma, e vai ter valido a pena quando a publicação constar no Lattes. 😀 Não fiz a atividade memorável que queria, no Licom. Confesso que o desinteresse dos alunos me desestimulou um pouco. Em minha defesa, fiz algumas aulas bem legais durante o semestre. Também não posso ficar me culpando pelo comodismo deles… É foda porque o fracasso do aluno é meu fracasso, também. Enfim, dias melhores virão (assim espero). Minha cabeça pipoca de ideias legais, mas é tão difícil ter tempo de organizar pra por em prática! Voltando a dar aula particular eu consigo fazer umas coisinhas mais lúdicas, com TICs, e tal – até porque não tem livro didático, né. Mas pretendo melhorar muito a sala de aula. Espero continuar no Licom, rs. Realmente amo sala de aula. *-* Não levei a Cal lá pra casa e sinceramente não tenho muitas esperanças nesse sentido, o que é bem triste. Dependente e independente disso, tem sido cada vez mais urgente pra mim – pra nós – nos casarmos. Acabei protelando a ideia de sair de casa em agosto, inclusive por conselho dela. É melhor juntar mais uma graninha antes de dar esse passo. Até porque não quero ter que voltar atrás. Também não registrei minhas 30 músicas, nem senti necessidade. Não tenho sentido muitas necessidades artísticas, embora tenha ensaiado um tiquinho com a Laura – o que me faz bem -, mas confesso que fiquei felizinha por ter escrito um poeminha chuvoso dias atrás. Tenho teorizado que talvez minha não necessidade artística tenha a ver com a falta de estímulos sobre essa sensibilidade artística. Como se fosse um músculo em processo de atrofia. Mas tudo bem, to me aceitando como tenho me sentido: plateia. Quase-adulta. Pessoa normal, comum. Longe das luzes do palco e de todo o ego que isso traz, inevitavelmente. E meu sangue ainda ferve com poesia da boa. Então a arte não morreu em mim. 😉 EEEEEEEEE tô aprendendo a fazer scrapbook ❤ Como acredito que essa vai se tornar uma constante na minha vida, vou fazer um post só sobre isso. 🙂 Por hoje é só.

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Autor:

Carioca, 22 invernos, leão com touro. Gosto de apreciar e busco produzir arte. Sou professora. Faço cadernos. Amo. Assim, intransitivo, mesmo.

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