Os primeiros sete dias de gratidão

Devo dizer que estou “roubando”: por falta de bloco de notas ou excesso de sono (e vida), talvez, não registrei um momento de gratidão diário com papel e caneta, embora tenha feito algum registro mensal na maioria destes sete dias. Por isso, minha memória vai ser submetida a certo esforço pro registro que enfim se segue:

Dia #1 – 13 de outubro
Acho que o simples fato de eu ter começado esse desafio, apesar de me lembrar de ter sentido, ainda, certo pesar morando no peito, já é motivo suficiente pra eu me sentir grata ao pensar nele. 🙂

Dia #2 – 14 de outubro
Dei uma aula boa, e, embora ainda distante do que meu nível de exigência gostaria que fossem minhas aulas sempre, saí satisfeita. Sobretudo porque meus alunos me deram uma caixinha cheia de chocolates e amor pelo dia dos professores. À noite, fui inundada com mais Amor de cúmplice e de sogra, que também me deram presentes com corujinhas e desejos lindos.

Dia #3 – 15 de outubro
Dia dos professores, de fato. Enviei um e-mail a uma professora que sabia estar triste e insatisfeita com seu trabalho, apesar de seu trabalho ser incrível. No e-mail dizia justamente isso, e o que me inundou de gratidão foi sua resposta, que me fez saber que ela se deixou sensibilizar pela minha atitude e me respondeu, devolvendo carinho, dizendo que todo a dedicação exercida era em função de alunos que não merecem menos que isso.

Dia #4 – 16 de outubro
Nanowrimo. Enviei minha sinopse ao site e fiquei satisfeita com esse primeiro exercício de síntese. Estou realmente animada para me empenhar na escrita dessa peça. No mais, foi um dia longo de trabalho e comecei a exercitar a possibilidade de considerar um tempo maior para cada atividade, para evitar fazer tudo correndo e ficar toda afobada. Assim, depois de lavar roupa e corrigir n redações, terminei OITNB com a Cal e se tivéssemos cronometrado não teria dado tão certo.

Dia #5 – 17 de outubro
Depois de sair de sala bem satisfeita com a aula que eu dei, e apesar de ter ficado uns dois anos e meio sem fazer nada enquanto ninguém chegava, fui – finalmente! – à exposição da Mafalda com direito a Isa, Helena e Cal :)))) As cartas dos fãs pro Quino me emocionaram um bocado, e, definitivamente, eu encontro muita paz em ser artista. À noite, encontramos com a Marininha que me deu um colar de sal grosso, porque viu o meu antigo quebrar. Como se ver uma pessoa tão linda de bonita se permitindo voar não me fizesse ser grata o suficiente… Toda a luz que se puder mandar à essa menina, que se mande. ❤

Dia #6 – 18 de outubro
Cais, cais, cais! Encontrar no mundo alguém que divida com você gostos e perspectivas tão particulares, e que se encontre contigo na recíproca, é bem além de tudo o que eu poderia desejar pra mim. Y.

Dia #7 – Ah, o porvir! Estou em paz e empolgada com planos de fazer um bullet jornal, mas depois volto com o registro de um dia já vivido, que é sempre bem melhor que a expectativa de qualquer coisa. 🙂

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