Publicado em Sem categoria

não importam os erros que cometi ou que cometeram. não importam as coisas que deixei de fazer.

as coisas não deveriam ter sido de nenhuma outra maneira simplesmente porque elas são como são. eu não tenho o “e se”. eu tenho o que foi e o que é. eu tenho o que eu sou. e eu sou exatamente o que eu poderia ter sido, tanto que sou exatamente o que sou.

eu não deveria ter feito absolutamente nada de diferente do que fiz até hoje na vida nem deveria estar fazendo outra coisa que não escrevendo isso aqui. nem há algo que eu precise fazer agora. eu só tenho o agora e o que eu fizer dele é precisamente o que ele precisa e o que eu preciso. tudo é absolutamente como deveria ser – do único jeito que poderia ter sido, porque é assim que é – e fico feliz com isso como Álvaro quando chegasse a primavera.

se tivesse que ter sido de outro jeito, teria sido. mas foi assim porque era assim que podia e que devia ser.

eu não quero mais tirar a validade das minhas escolhas. tudo o que já fiz na vida foi motivada por alguma razão ou estímulo, e é assim que havia de ter sido.

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Autor:

Carioca, 22 invernos, leão com touro. Gosto de apreciar e busco produzir arte. Sou professora. Faço cadernos. Amo. Assim, intransitivo, mesmo.

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